A Cemig quer renovar a concessão de suas quatro usinas, mas o leilão delas deve acontecer em setembro

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As quatro usinas hidrelétricas mineiras que são dirigidas pela Cemig, estão sendo alvo do interesse da Companhia Vale do Rio Doce.

Uma das principais estratégias da Vale, é a diminuição sustentável de gastos, e fazendo parte desse esquema, a independência energética. Para isso, será preciso a participação da Aliança, que é a companhia que administra as usinas hidrelétricas, possuindo 55% das ações da Vale, e que também possui 45% da Cemig, através do leilão ou por acordo judicial que está sendo negociado pela Cemig com o governo federal, sendo necessário que seja considerado os alvos estratégicos da Vale. Mas ainda não foi tomada nenhuma resolução sobre esse assunto, foi o que anunciou a companhia.

De acordo com a Aneel,  o leilão  que acontecerá esse mês, tem previsão do governo de que seja arrecadado pelo menos R$ 11 bilhões, para que esses valores possam ajudar nas contas desse ano.

Através de uma decisão do desembargador Souza Prudente, esse leilão está suspenso de acordo com uma liminar, do dia 21 de agosto.

Os valores que serão arrecadados com o leilão, são muito significativos para que a meta revisada pelo governo do déficit primário, seja cumprida.

Um acordo judicial está sendo negociado pela Cemig, e mediado pelo STF, para que as suas quatro usinas possam ter as suas concessões renovadas pela Cemig, sendo que esta ofereceu R$ 11 bilhões ao governo.

Na última semana, o TCU teve uma resolução cautelar, que proibiu que sejam renovadas pelo governo federal, novas concessões para a Cemig das suas quatro usinas.

A Cemig declarou através de uma nota, que a resolução do

TCU foi uma grande surpresa, e que ela pensa em entrar com um mandato de segurança no STF, para que haja uma suspensão dos resultados dessa resolução.

A usina de São Simão, de acordo com o edital, será leiloada separadamente. As outras três que são as de Miranda, Volta Grande e Jaguara, vão ser leiloadas em conjunto, mas se não conseguirem ninguém interessado por essa concessão do conjunto, elas poderão receber lances separadamente, para que a venda possa ser feita de forma separada.

O governo acredita que o leilão irá acontecer no final desse mês, e que conseguirá derrubar a liminar. O governo espera que esse leilão seja bastante competitivo, atraindo uma grande quantidade de empresas.

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