Através da globalização a popularidade das marcas se torna cada vez maior

Há tempos que os efeitos da globalização vêm agindo em nossa sociedade. Isso pode ser facilmente observado através das diferentes relações de contato que costumamos manter com algumas das grandes marcas de produtos de renome universal. Para ficar mais claro, acompanhe as situações descritas abaixo, pois elas exemplificam isso melhor.

Se vamos nos comunicar com outra pessoa que na ocasião se encontra distante, basta apenas ativar um serviço de telefonia móvel como, por exemplo, o da operadora Vivo ou da operadora Tim e ainda, de forma mais dinâmica, utilizar os serviços das tão conhecidas redes sociais.

Mas, se dentro do aconchego do nosso lar o que mais desejamos é acompanhar uma maratona de séries ou ter uma sessão de filmes inéditos, os internacionais serviços de vídeo on demand como Netflix, Amazon Prime ou HBO, estão aí para satisfazer esse desejo.

E se a ocasião pede um momento de diversão fora de casa, uma boa pedida seria primeiro pegar um cineminha, por exemplo, numa confortável poltrona das redes de cinemas do Cinemark e logo em seguida se deliciar numa rede de pizzaria como a Pizza Hut.

Como se vê, as famosas marcas multinacionais estão cada vez mais operantes e caindo no gosto popular nos diferentes territórios onde atuam. E em muitos dos casos, quando não conquistam a preferência dos clientes ou consumidores nativos, é bem provável que mais adiante consigam fechar acordos com as empresas líderes nacionais.

Foi exatamente isso o que aconteceu com muitas empresas tradicionais, fabricantes de produtos bastante conhecidos dos brasileiros, que no final das contas, terminaram sendo incorporadas à estrangeiras multinacionais.

Entretanto, não são apenas as tradicionais marcas nacionais que acabam aceitando¨tão tentadoras propostas não, as recentes empresas do mercado econômico do país, entre elas algumas ligadas ao setor da tecnologia, também costumam acreditar que acordos com multinacionais são sempre a melhor opção para o futuro do negócio.

Forma parecida ao procedimento adotado pelo grupo Buscapé, que depois de mais de uma década atuando de forma promissora no ramo da informática e da tecnologia, terminou sendo vendida a uma grande empresa de mídia multinacional, a Naspers.

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